Um papo de otário
Um pequeno momento, um jeito, um movimento, um medo, um erro, uma palavra, um negócio, um signo, uma hora, um homem, uma mulher, etc e tal.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Há um ano
Eu corria comemorando as férias em uma cena Bande à part. Como foi que, de repente, tudo virou isso?
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Ele não devia deixar esses rastros
Que me dilaceram o peito sem nenhuma intenção. Como dizer para ele parar com o não sabido? Como parar de notá-lo sem isso doer ainda mais? Utopia devia ser curada com realidade, mas ela teima em me fugir.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Cuidado com a entropia
Aquela coisa que faz falta tá ocupando tanto espaço, que às vezes parece que vou ser inteira um grande buraco negro engolindo tudo que se aproxima.
sábado, 22 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
desse eu sou a musa e, portanto, tomo posse.
todo meu amor é um tesouro só
gravou na pele a mensagem que queria há tempos
como se finalmente tivesse uma marca, um registro, uma vaga noção de seus caminhos no mundo
estava sempre atravessando ruas com vestidos esvoaçantes. quando olhava para cima, mãos protegendo os olhos do sol, apreciava o azul intenso de um meio-dia. e estava sempre atravessando uma rua
pegou as chaves do fusquinha vermelho antes de partir. deixou bilhete, carta de amor e um maço de cigarros minister, aqueles que se fumavam há algumas décadas.
quando pôs as mãos na maçaneta da porta, não pôde não hesitar um instante. nada, entretanto, que não se sanasse num leve sorriso
estava sempre atravessando ruas
sem se preocupar com a fatalidade de chegar a algum lugar
tudo era uma leveza nas barras de sua saia, nos seus trejeitos de bailarina
seu nome: sabina. tatuada, ouvia na rádio, a jovem guarda em si bemol: todo meu amor é um tesouro só...
gravou na pele a mensagem que queria há tempos
como se finalmente tivesse uma marca, um registro, uma vaga noção de seus caminhos no mundo
estava sempre atravessando ruas com vestidos esvoaçantes. quando olhava para cima, mãos protegendo os olhos do sol, apreciava o azul intenso de um meio-dia. e estava sempre atravessando uma rua
pegou as chaves do fusquinha vermelho antes de partir. deixou bilhete, carta de amor e um maço de cigarros minister, aqueles que se fumavam há algumas décadas.
quando pôs as mãos na maçaneta da porta, não pôde não hesitar um instante. nada, entretanto, que não se sanasse num leve sorriso
estava sempre atravessando ruas
sem se preocupar com a fatalidade de chegar a algum lugar
tudo era uma leveza nas barras de sua saia, nos seus trejeitos de bailarina
seu nome: sabina. tatuada, ouvia na rádio, a jovem guarda em si bemol: todo meu amor é um tesouro só...
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